segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PAPAI NOEL - FINAL


FINAL



A incredulidade das pessoas que preferem acreditar em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa produz graves consequências para as suas almas. Os pais, porém, insistem em não privar seus filhos destas fábulas, por acharem que estariam lhes fazendo mal os privando da fantasia tão importante à sua infância. Falar de Jesus tornou-se algo ultrapassado, cafona, coisa de fanáticos religiosos ignorantes e sem instrução. Papai Noel é mais bonito, porque só fala de coisas boas, não fala sobre pecado, necessidade de arrependimento, de conversão e de obediência a Deus e à sua Palavra; não fala de céu ou inferno. O Coelhinho da Páscoa não deseja mudar a vida de ninguém, mas deixa que todos vivam conforme seu próprio entendimento. Ele não está nem aí se somos ou não pecadores, se acreditamos ou não em Deus. Para esses dois personagens de ficção, podemos ser quem quisermos e fazer o que bem entendermos. Eles não nos cobram uma vida transformada e santificada pelo Espírito Santo. É melhor crer neles, mais conveniente e cômodo.

Crer nas mentiras do diabo que objetivam afastar as pessoas da verdade de Deus ou crer na Bíblia é uma e escolha pessoal. É preciso escolher de que lado queremos ficar. O diabo existe e não está de brincadeira! O que ele deseja é roubar, matar e destruir, enquanto Cristo veio para nos dar vida, e vida em abundância: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:9,10). São Nicolau é apenas alguém que já morreu há mais de 1700 anos. Depois disto, toda a história criada em torno dele e que culminou com a figura do bom velhinho, é engano, é armadilha preparada pelo o diabo para desviar as pessoas da verdadeira fé e impedi-las de crerem em Jesus Cristo para a salvação.

O que você quer para si e para seus filhos? O que você deseja para a humanidade? O diabo tem presentes maravilhosos para lhe dar no dia de Natal: brinquedos, bicicletas, bolsas, perfumes, motos, carros, eletrodomésticos, cosméticos, CDs, Tablets, IPhones, videogames, joias, viagens, roupas, calçados, TVs de LCD, celulares, relógios, livros, casas, banquetes, noites de sexo, bebidas, comidas, apartamentos e uma infinidade de coisas que seu ego deseja e que se pode comprar no dinheiro, no cartão ou no cheque. Se seus filhos perguntarem, você dirá: foi o Papai Noel que trouxe. Mas pense: quanto tempo essas coisas duram? Será que elas realmente podem fazer você e sua família felizes? Que verdade há nelas? A vida se resume nisso? Acredite, elas se acabarão um dia e você vai querer mais, muito mais. Sua fome de possuir jamais será saciada, o comércio continuará lucrando, você estará cada vez mais ansioso(a) e vazio(a) e o diabo mais satisfeito, porque você caiu na sua armadilha, acreditou na sua mentira de que não precisa de Deus para ser feliz.

A boa notícia é que o diabo é um coitado, um ser desesperado que sabe que seu fim será amargar a eternidade no inferno. Cuidado, ele quer levar você com ele! Mas existe uma notícia ainda melhor: Jesus Cristo te ama! Ele de fato nasceu, morreu, ressuscitou e subiu aos céus, onde está sentado a destra de Deus e de onde virá uma segunda vez para buscar os que são seus. Eu quero te ver nesse meio! Eu quero te encontrar no céu para juntos adorarmos o Senhor por toda a eternidade. Aceite o presente que Ele lhe dá: a vida eterna. Sim, é um presente, é de graça, você não precisa fazer nada para merecê-lo nem conquistá-lo, pois Cristo já fez tudo por você na cruz. Não precisa tentar ser bonzinho, pois não é pelas obras que Jesus vai te salvar, mas pela graça (Efésios 2:8,9). Aceite hoje mesmo esse presente que não perece, que as traças não roem nem os ladrões roubam. Assim disse o Senhor: “Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam; porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mateus 6:19-21).

Concluo esta história da verdadeira natureza e missão do Papai Noel (e do Coelhinho da Páscoa) com um conselho: seja realista e sincero consigo mesmo e com seus filhos. Que saco caberia presentes para as crianças do mundo inteiro? Como em apenas uma noite, um único homem poderia voar pelos céus espalhando presentes por todos os continentes, em todos os lares determinados por ele? Que parâmetros o bom velhinho usaria para determinar quem foi bom e quem foi mau durante o ano? E como ele conseguiria, no decorrer de um ano, observar todas as crianças de todo o mundo, que passam de milhões? Se ele observasse a cada minuto uma criança por dia, no final de um dia teria observado 1440 crianças. Em um ano ele conseguiria observar 525.600 crianças. Ainda que esse valor se multiplicasse por mil, ele jamais conseguiria a façanha de saber o que todas as crianças fizeram em todos os dias do ano.

Deus, porém, é onipotente, onipresente e onisciente. Ele está na vida de todos os moradores do planeta 24 horas por dia, todos os dias. Ele conhece cada pessoa pelo seu nome muito antes de cada uma ser concebida no ventre da sua mãe. Ele conhece seus pensamentos e seus sentimentos, sabe se suas atitudes foram de fato boas ou que maldade havia nelas. Somente Ele é capaz de retribuir a cada um segundo o seu procedimento (Romanos 2:6). Não se iluda nem iluda seus entes queridos com a mentira que Papai Noel existe. De que serve uma fantasia que no fim, na vida adulta, de revelará apenas uma mentira? De que vale acreditar na mentira do diabo que pretende afastar as pessoas do conhecimento da salvação gratuita oferecida por Deus? Se tudo o que você leu até aqui tem lhe soado como mais uma fábula, isto é, se você não acredita em Deus e muito menos em Jesus Cristo, o que posso dizer é que o diabo conseguiu executar o plano dele na sua vida.

Para finalizar, vamos ler uma parte do Salmo 139, versículos 1 a 16:


“Senhor, tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e quando me levanto; de longe penetras os meus pensamentos. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar, e conheces todos os meus caminhos. Ainda a palavra me não chegou à língua, tu, Senhor, já a conheces toda. Tu me cercas por trás e por diante, e sobre mim pões a tua mão. Tal conhecimento é maravilhoso demais para mim; é sobremodo elevado, não posso atingir. Para onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face? Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho nos confins dos mares: ainda lá me haverá de guiar a tua mão e a tua destra me susterá. Se eu digo: As trevas, com efeito, me encobrirão, e a luz ao redor de mim será noite, até as próprias trevas não te serão escuras: as trevas e a luz são a mesma coisa. Pois tu formaste o meu interior, tu me teceste no ceio de minha mãe. Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obras são admiráveis e a minha alma o sabe muito bem; os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado, e entretecido como nas profundezas da terra. Os teus olhos me viram a substância ainda informe, e no teu livro foram escritos todos os meus dias, cada um deles escrito e determinado, quando nenhum deles havia ainda.”



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