segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A VERDADEIRA HISTÓRIA DO PAPAI NOEL - PARTE VI


SEXTA PARTE

 

Esta é a versão verdadeira da existência do Papai Noel. Mas ele não está só! O velho Noel tem companhia providenciada pelo diabo no seu afã de desviar o ser humano do conhecimento da verdadeira fé que salva. A vitória de Cristo sobre a morte cela o plano salvítico de Deus. Se Jesus permanecesse para sempre sepultado, Ele não seria Deus, muito menos o Salvador, o Ungido, o Messias. Mas os evangelhos, o livro dos Atos dos apóstolos, as epístolas e o livro do Apocalipse não deixam dúvidas: Jesus ressuscitou! Ele é a nossa Páscoa. Crer num cristo ressurreto é ter a esperança da vida eterna no céu. Jesus havia prometido que ressuscitaria (Mateus 27:63). Ele não somente ressuscitou, como é a própria ressurreição que dá vida: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente” (João 11:25,26).

A ressurreição de Cristo, que é um dos alicerces da fé cristã, era a base da pregação apostólica (Atos 2:24,32; 3:15,26; 5:30; 10:40; 13:30; 17:31 4:2; Efésios 1:20; 2 Timóteo 2:8) e é o que confere poder ao Filho de Deus (Romanos 1:4). Esta foi uma das doutrinas mais atacadas no início da igreja do Senhor, como podemos ver ao ler as epístolas, como a de Coríntios, onde um grupo de pessoas afirmava não haver ressurreição dos mortos. Paulo argumenta que se não há ressurreição dos mortos, Cristo não ressuscitou, e afirma: “E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé”, para depois concluir: “Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Coríntios 14:14,19). Mas é justamente este o objetivo do diabo: fazer com que a ressurreição de Cristo seja desacreditada. Quem creria num Messias morto? Quem seguiria alguém que disse que voltaria e não saiu do túmulo? Embora o diabo tenha conseguido fazer com que muitos sigam a pessoas que já morreram, como Buda e Maomé, por exemplo, ele sabia que somente o Cristo de Deus salva e a este ele queria impedir de todas as formas que as pessoas cressem.

Crer na ressurreição de Cristo produz ressurreição para o ser humano (Filipenses 3:8-11) e o salva (1 Pedro 3:21). Jesus ressuscitou por causa das nossas transgressões (Romanos 3:25). A morte que o diabo tanto lhe desejou já não tem mais domínio sobre Ele (Romanos 6:9). Por sua morte e ressurreição, não há mais condenação (Romanos 8:1,34). Cristo ressuscitou e todo aquele que nele crê, ressuscitou com Ele para a vida eterna (Efésios 2:6; Colossenses 2:12; 1 Tessalonicenses 4:16). Não crer na ressurreição de Cristo produz morte e eterna separação de Deus. Com o passar dos anos, os cristãos começaram a comemorar a Páscoa da Ressurreição, separando um dia do ano para celebrar a vitória de Jesus sobre a morte. Para alguns a comemoração não passa de um ritual com dias santos e jejuns, mas para os verdadeiros crentes, é um momento de reflexão, de adoração e celebração ao Senhor.

O que o diabo podia fazer diante de tudo isso, já que Cristo ressuscitara, subira aos céus e em breve voltaria para levar os seus e lançar a morte e o diabo no inferno? Mais uma vez era preciso agir. E ele agiu! Assim como fizera com o Papai Noel, criando-o para desviar a atenção das pessoas do nascimento de Jesus, criou o Coelhinho da Páscoa, para desviar a atenção da ressurreição de Cristo. Assim como o Natal, a Páscoa passou a ser mais um evento comercial, com distribuição de ovos de chocolate. O verdadeiro sentido da Páscoa tem se limitado, e de forma bastante limitada mesmo, àqueles que já são crentes, que já ressuscitaram com o Senhor. Todavia, aqueles que se encontram no mundo e sem fé em Jesus para a salvação, estão muito longe de compreender o que estão comemorando e que consequências tem para suas vidas o fato de Jesus Cristo ter ressuscitado dentre os mortos.

 

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